Doses de vitamina A: essa
vitamina é formada a partir de substâncias conhecidas como carotenoides,
cujas funções principais são: manutenção do equilíbrio da pele,
nutrição do globo ocular e fortalecimento do sistema imunológico.
Capriche no consumo desse grupo.
"Os alimentos ricos nesse
nutriente são os vegetais e frutas que apresentam cores vivas e fortes,
tais como: abóbora, abacate, acelga, brócolis, alfafa, caju, cenoura,
espinafre, escarola, mamão, manga e fígado", explica a nutricionista
Elisa Goulart, do Laboratório Sabin.
Consuma mais flavonoides:
tratam-se de substâncias que possuem ação antioxidante e
anti-inflamatória, auxiliando na recuperação dos pacientes em estados
gripais. Eles são encontrados em alguns vegetais e frutas secas, no chá
verde, no vinho tinto, sucos de uva e laranja, cebola, tomate e até no
chocolate, preferencialmente no tipo amargo.
Poderosa vitamina C: os estudos mais recentes apontam que a Vitamina C não cura a
gripe,
mas é um santo remédio para prevenir e ainda ajuda a amenizar os
sintomas clássicos. "Depois do vírus já instalado e em processo de
replicação no organismo, a vitamina dificilmente auxiliará como elemento
curativo", diz a nutricionista Elisa Goulart. A vitamina C também
possui atividade antioxidante. Os alimentos mais ricos nesse nutriente
são: Acerola, Caju, limão e laranja, nessa ordem.
Defenda-se com o zinco: o principal papel do zinco no organismo é fortalecer o sistema imunológico. "O
zinco
é importante tanto para a síntese de células imunológicas como em sua
ação de defesa contra vírus, bactérias e fungos", diz a nutricionista
Natália Lauterbach, da rede Mundo Verde. Um estudo feito com mais de mil
pessoas no Instituto de Pós-Graduação em Educação Médica e Pesquisa de
Chandigarh, na Índia, afirma que a administração de zinco até um dia
depois do início dos sintomas do resfriado acelera a recuperação dos
pacientes, e que o mineral também é capaz de encobrir os vírus do
resfriado e impedi-los de entrar no organismo por meio da mucosa do
nariz. São fontes de Zinco: ostras, oleaginosas, como nozes e
castanhas, semente de abóbora, todos os tipos de carne e alimentos
integrais.
Evite o Jejum: passar muitas horas sem se
alimentar é prejudicial ao organismo em qualquer situação, e não somente
durante um episódio de gripe. "Isso porque o organismo passa a
trabalhar em estado de alerta, priorizando a manutenção das funções
vitais; e, com isso, o combate a infecção torna-se secundário e
ineficiente", alerta a nutricionista do Laboratório Sabin.
Tome água: uma boa hidratação pode prevenir a
ocorrência de infecções. O otorrinolaringologista Fernando Pochini, do
Hospital São Luis, explica que deve-se ingerir cerca de dois litros de
água por dia para permitir uma boa hidratação das mucosas. "O uso de
soro fisiológico insuflado ou inalado também melhora a drenagem da
secreção, dos micro-organismos e das impurezas do nariz ao estômago",
afirma.
Lave as mãos: nossas mãos estão sempre propensas a
entrar em contato com o vírus da gripe e outros diversos agentes
alergênicos. Por isso devemos sempre lavá-las antes de manusear
alimentos, levá-las a boca ou aos olhos e sempre que chegar em casa ou
no trabalho, depois de dirigir ou usar transporte público.
Fuja dos vícios: o infectologista Alexandre Naime
explica que vícios como o cigarro e bebidas alcoólicas em excesso não
só derrubam nossa imunidade, aumentando as chances de contrairmos
doenças como a gripe, como também prejudica vários outros sistemas do
nosso corpo.
Refeições equilibradas: uma alimentação
fracionada, com 5 a 6 refeições ao dia e a presença de todos os grupos
alimentares, não só protege o sistema imunológico contra gripes e outras
infecções, como também auxilia na manutenção do peso ideal e na
qualidade de vida em geral.
Respirar com o nariz: pode parecer uma
recomendação estranha, porém o médico Fernando Pochini afirma que muitas
pessoas respiram pela boca, ficando mais expostas a doenças como a
gripe. "O nariz apresenta uma capacidade maior de umidificar e aquecer o
ar, permitindo que a temperatura e a umidade do ar nos pulmões sejam
quase constantes, evitando um maior risco de infecções", diz o
especialista.
Evite mudanças bruscas de temperatura: o frio
pode desencadear uma resposta na mucosa, que por meio de estímulos nos
receptores nervosos de temperatura ou pela liberação de substâncias
alergênicas, como a histamina, poderia provocar espirros, hipersecreção
mucosa e prurido nasal
Evite o excesso de bebidas e alimentos gelados:
aqui a lógica é a mesma das mudanças bruscas de temperatura. Quando
ingerimos alguma bebida ou alimento muito gelado, nossa mucosa reage
para manter a temperatura estável, podendo liberar alergênicas.
Evite aglomerações em ambientes ou salas
fechadas: dessa forma você diminui as chances de inalar micro-organismos
indesejados, principalmente se estiver com a imunidade baixa. "O
contato com um número grande de micro-organismos exigirá uma resposta
imunológica maior da mucosa para impedir que eles penetrem e sejam
combatidos", explica Fernando Pochini.
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